A publicidade tradicional em grandes painéis físicos ou em sinalização física e estática, tal como a conhecíamos, já faz (e cada vez mais) parte do passado, sobretudo com a evolução tecnológica e o maior alcance do chamado Digital Signage.

Foi principalmente por esta razão que decidimos integrar a Sinalização Digital no programa da 3ª edição do Mestrado em Marketing Digital da Universidade de Salamanca, no qual colaboram a IME Business School, a Fundação Geral da Universidade de Salamanca e a Súmate. As pré-inscrições estão abertas.

A sinalização digital multimédia ou dinâmica consiste em mostrar conteúdos e mensagens publicitárias através de ecrãs ou painéis tatéis localizados em lugares públicos para surpreender e atrair a audiência, para que possa interagir com a marca, e não apenas vê-la exposta de forma passiva, como acontece com o conteúdo estático. Este conceito, para muitos, fará recordar do conhecido filme Minority Report, protagonizado por Tom Cruise e dirigido por Steven Spielberg, e aos mais cinéfilos, do Ghost in the Shell, protagonizado por Scarlett Johansson e dirigido por Rupert Sanders.

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Mas este tipo de publicidade já não existe apenas nos filmes: encontramo-la presente em várias cidades quer na Europa, quer a nível mundial. Basta recordarmo-nos dos exemplos mais conhecidos como em Times Square, Picadilly Circus ou praticamente qualquer beco na cidade de Tóquio. Contudo, agora que temos essas cidades em mente, devemos destacar que a sua importância não assenta no suporte da publicidade, mas antes no ambiente onde se encontram e o impacto que causam na audiência.

Com esta tecnologia procura-se captar a atenção do público de forma direta e atrativa, com conteúdos dinâmicos e adaptáveis a vários aspetos do sítio onde se encontram, como  o clima, fenómenos atmosféricos, a interação do utilizador através de movimentos, gestos faciais ou a sua voz, entre outros ainda por explorar. A Digital Signage é a evolução da publicidade física tradicional.

Este tipo de publicidade digital põe fim a alguns handicaps da publicidade física estática: é nova, atrevida, melhora a experiência do utilizador antes, durante e depois da compra, facilita a conversação e a compra, e mesmo à margem dela, fomenta uma maior visibilidade, imagem e reconhecimento de marca. Permite ainda a medição de resultados praticamente em tempo real, à medida que as mudanças de conteúdo se implementam de forma dinâmica e remota em várias localizações e ao mesmo tempo.

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E não são poucas as empresas que estão a implementá-la: desde que o marketing digital entrou em jogo nas nossas vidas, as marcas já entenderam que não há volta atrás, e que devem adaptar-se às novas tendências. Foi o que aconteceu com a empresa de telecomunicações Orange, há apenas um mês, na ampliação da sua rede de Digital Signage in-store com a incorporação de um sistema inovador de marketing digital nos seus estabelecimentos.

Os setores que mais procuram este tipo de publicidade atualmente, não são apenas as lojas físicas e o setor do retalho (com os conhecidos provadores digitais, já presentes em lojas de marcas como a Mango), mas também setores como o das finanças, do turismo e dos seguros. Para além de centros comerciais e espaços públicos, também podemos ver a Digital Signage em locais como estações de transporte público:

Os leds transparentes, curvos, de dupla face, rotativos, e claro, a sua alta luminosidade e nitidez neste tipo de ecrãs ulta finos e leves, são pequenas amostras deste novo tipo de suportes e montras (possíveis graças aos avances tecnológicos na conectividade e à Internet das Coisas ou IoT), onde as opções mais utilizadas e valorizadas são o catálogo interativo e a gestão de turnos, seguido da possibilidade de poder comprar através dos ecrãs táteis na loja online se o produto não estiver disponível no estabelecimento físico.

Com estes exemplos, é simples imaginar-se um presente (e futuro) cada vez mais relacionado com a tecnologia e o marketing digital. E com ele, um ambiente cada vez mais digitalizado, com o desenvolvimento e melhoria das SmartCities, a Inteligência Atificial associada e a sua integração com dispositivos móveis para oferecer conteúdo mais atrativo, de maior utilidade e mais adaptado ao público e às suas necessidades ou interesses num determinado contexto, em busca de uma publicidade menos intrusiva e uma melhor experiência de utilizador que se repercute no êxito da marca.

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